Estudo aponta para os malefícios da caminhada em vias urbanas

Um novo estudo, revelou que a poluição contida no ar reduz os benefícios do exercício ao ar livre ao ponto de prejudicar. De acordo com pesquisadores do Reino Unido, os benefícios de uma caminhada em áreas urbanas para pessoas com 60 anos ou mais, são reduzidos devido a um maior grau de poluição nessas áreas.

Esse estudo não traz nenhuma surpresa, em vista de que outros estudos apontam para os riscos da poluição do ar. Mas ele aponta para os benefícios para quem dá preferência de caminhar em áreas verdes, como parques e em regiões menos afetadas por poluentes contidos no ar.

Essa descoberta foi publicada na revista The Lancet, em dezembro de 2017. O estudo aponta para os malefícios de se praticar exercícios físicos em locais abertos, como caminhadas em lugares de muito trânsito.

“Quando você anda, suas vias aéreas se abrem e seus vasos sanguíneos se dilatam. Esses efeitos podem durar alguns dias ou mais. Quando você faz isso em um lugar poluído, esses efeitos são muito menores, então você perde os benefícios do exercício. Quando você se exercita em áreas poluídas, você respira mais, e mais partículas e gases chegam aos pulmões”, explica o professor de medicina respiratória no Imperial College de Londres, líder do estudo, Dr. Fan Chung.

A equipe do Dr. Chung se focou em descobrir os efeitos nocivos da poluição vivenciada por pessoas saudáveis. Para que houvesse uma comparação justa, foi utilizado uma equipe de controle saudável, que para a surpresa dos pesquisadores, perceberam um impacto significativo da poluição nessas pessoas. Um outro grupo com pessoas cardíacas e maiores de 60 anos foi formado.

As pessoas de idade avançada com doenças vasculares e com mais de 60 anos, fizeram parte de um grupo chamado de DPOC – doença pulmonar obstrutiva crônica, e fizeram caminhadas durante o perído de várias semanas no Hyde Park, um local longe das vias urbanas e bem arborizado. O grupo das pessoas saudáveis foi conduzido a caminhar pela Oxford Street, localizada em Londres, um local saturado de táxis e ônibus que são movidos a diesel.

A conclusão deste estudo foi de que as pessoas devem evitar as áreas de saturação de veículos para praticarem exercícios, como a corrida e a caminhada, levando em conta a grande exposição de poluentes nestes locais. Houve um déficit de evolução física junto aos participantes do grupo saudável. O grupo DPOC percebeu mais qualidade de vida tanto física quanto psicológica.

“Os autores sugerem que as pessoas devem evitar andar em ruas movimentadas e, em vez disso, devem caminhar em parques ou em espaço verde. Nós concordamos que este é um bom conselho para caminhadas recreativas para pessoas que podem fazer essa escolha. Mas para as pessoas que viajam ou fazem compras, mesmo em uma cidade tão poluída como Londres, nós ainda incentivamos caminhadas e ciclismo”, diz o líder da estudo.

 


Conclusão de estudo associa uso de anticoncepcional a câncer de mama

No passado, devido ao uso de doses muito elevadas de hormônios, os contraceptivos orais foram, por muito tempo, associados ao surgimento de câncer de mama. No entanto, com a evolução da medicina, essa associação foi se dissipando — visto que nos medicamentos atuais as doses de hormônios são bem menores. O preocupante, porém, é que pesquisadores acabam de descobrir que os anticoncepcionais de última geração estão ligados, sim, a um risco maior do surgimento da doença.

Hoje, após estarem também associadas ao surgimento de trombose, os contraceptivos orais, apesar de estarem com suas doses hormonais bastante reduzidas, com menos concentração de estrogênio — mesmo assim, voltaram a ser acusados de provocarem câncer de mama.

Na verdade, um estudo feito na Dinamarca, na Universidade de Copenhague, sugere que as pílulas utilizadas atualmente, em especial com seu uso a longo prazo, aumentam o risco do surgimento da doença — mesmo que num grau menor quando comparado àquelas usadas antigamente, que possuíam maior teor hormonal.

Os pesquisadores encontraram durante o estudo um risco muito parecido desse mesmo tumor em mulheres que utilizam o dispositivo intrauterino (DIU) de progestina, bem como aquelas que usam implantes e adesivos que também contenham hormônio. Os resultados da pesquisa foram publicados no periódico New England Journal of Medicine.

De acordo como Lina Morch, membro do Hospital de Copenhague e principal pesquisadora do estudo, nenhum dos contraceptivos hormonais existentes estão livres do risco. No entanto, o risco pode ser considerado pequeno, mostrando um total de um caso extra da doença por ano para 7,7 mil mulheres que faziam uso de anticoncepcional.

Segundo os pesquisadores, cabe a cada mulher decidir se vale a pena correr esse pequeno risco e aproveitar os benefícios do uso dos anticoncepcionais orais. De acordo com os pesquisadores a contracepção hormonal ainda deve ser vista como uma alternativa bastante segura e eficaz para se fazer o planejamento familiar, ainda ressaltam que para mulheres com idades acima de 40 anos, podem optar pelo DIU não hormonal ou optar pela ligadura de trompas.

Para chegarem a esses resultados, os pesquisadores noruegueses tiveram acesso a 1,8 milhão de mulheres, com idades que variavam entre 15 e 49 anos na Dinamarca, que possui um sistema que permite cruzar várias informações, como dados de histórico de prescrição, diagnósticos de câncer, entre outras.

 


7 benefícios da yoga, que farão você querer praticar agora!

Yoga é uma prática que trabalha corpo e mente, unindo exercícios e meditação. Se você já teve curiosidade de fazer, mas ainda tem dúvidas, saiba agora 7 motivos que farão você querer começar a praticar agora!

  1. Melhora o humor e a TPM

A yoga influencia a produção de um neurotransmissor ligado ao bem estar, evitando assim as oscilações de humor e a depressão. Também pode elevar o nível de estrogênio na mulher, levando ao equilíbrio hormonal e diminuindo os sintomas da TPM.

  1. Alívio do estresse

O estresse em excesso atrapalha no desempenho das nossas atividades. A yoga trabalha a respiração e acalma a mente. Mesmo depois da prática, o seu organismo se mantém mais relaxado nas situações que provocariam ansiedade.

  1. Ajuda a dormir melhor

A prática ajuda a dormir mais rápido e a ter um sono mais tranquilo. O que é essencial para você acordar no dia seguinte sentindo-se revigorado.

  1. Melhora a postura

Ela fortalece a musculatura de todo o corpo e suas dores nas costas diminuem. Além disso uma pessoa com uma postura correta se torna bem mais elegante, né?

  1. Concentração

Durante toda a prática, você precisa se concentrar na respiração e nos exercícios. Você também aprende a afastar os pensamentos que te distraem. Esse efeito é levado para outras atividades da sua rotina.

  1. Flexibilidade

Os exercícios ajudam a trabalhar a força dos músculos, aumentando então a flexibilidade. Isso te ajuda no desempenho de outras atividades físicas, como a corrida e a musculação, e nnas atividades simples do seu dia a dia.

  1. Diminui a compulsão alimentar

As técnicas de meditação, que levam ao relaxamento, contribuem também um estado mental mais equilibrado. Muitas vezes questões emocionais estão por trás desse comportamento. A yoga traz mais consciência física e mental, ajudando na sua relação com a comida.

Agora que você já sabe em como a yoga melhora a sua saúde, já pode começar a praticar.

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Tratamento contra refluxo que fortalece o esôfago é testado no Brasil

O Brasil pode se tornar um aliado no tratamento, considerado inédito, de refluxo que dispensa cirurgia ou o uso de medicamentos. O Sistema Stretta, existente em mais de quarenta países, foi utilizado pela primeira vez no mês de setembro de 2017 na Faculdade de Medicina do ABC. O tratamento trás o fortalecimento dos músculos do esôfago, que quando está distendido, faz com que o suco gástrico suba até o estômago e atinja os órgãos, causando dores, azia e incomodo.

O refluxo é uma doença digestiva que faz com que os ácidos que ficam dentro do estômago retorne ao esôfago em vez de seguirem seu fluxo de digestão normal.

O gastrocirurgião e coordenador do serviço de endoscopia da faculdade, Eduardo Grecco, disse que os resultados em pacientes fora do país foram positivos, agora precisa ser analisado se ele funcionará em pacientes do Brasil, destacando que: “É um tratamento rápido, realizado em uma sessão única de 30 minutos. O paciente acorda normalmente, recebe orientações para a dieta e vai embora pra casa. Após isso ele recebe acompanhamento médico que dura de 4 a 6 semanas com uso de medicação que ele utiliza e depois a medicação é suspensa”.

No caso da cirurgia, a eficácia dos casos chegam a 70% e varia entre 5 a 7 anos em 30% dos casos que são realizados a cirurgia. O processo cirúrgico também envolve desconfortos, pois tem o corte, a anestesia geral e o paciente precisa ficar 10 dias com uma alimentação restrita. “Com o Stretta, ele sente uma leve dor e desconforto, porém já volta a uma alimentação normal a partir do 3º dia”, disse Grecco. Ele também destacou: “Quanto menos invasiva, mais rápida a recuperação e os riscos de infecção e efeitos colaterais são menores”.

O primeiro paciente brasileiro a ser testado com o Stretta, tinha 25 anos de idade e sentia os sintomas de refluxo desde que tinha 15 anos. Grecco afirma que o tratamento necessita da ajuda do paciente, em relação a erros alimentares. Eduardo diz que o método melhora a capacidade do esôfago para o refluxo, porém o paciente não se livra sempre do refluxo, precisa ter cuidado na alimentação exagerada que pode fazer ele voltar com quadros agudos.

 


Pesquisa revela que empresas manipularam os resultados sobre os danos que podem ser causados pelo açúcar

As empresas americanas manipularam os resultados e ainda cortaram verbas das pesquisas científicas, que estudavam as consequências prejudiciais à saúde, causadas pelo açúcar há cinco décadas atrás. Uma pesquisa foi divulgada no periódico PLOS Biology, em que os pesquisadores estudaram relatórios dos anos 60 e verificaram traços de interferência feitos pela Fundação de Pesquisa sobre açúcar, que alterou os estudos feitos com animais, defendendo dessa forma os interesses da indústria açucareira e acabou com isso sugestionando os consumidores.

De acordo com os pesquisadores, se os resultados não tivessem sido adulterados, a discussão sobre as consequências desastrosas da ingestão de açúcar pelas pessoas, teria acontecido há muito mais tempo. Medidas teriam sido tomadas para combater diversas consequências do consumo de açúcar, como obesidade, diabetes, doenças cardíacas e outras.

A pesquisadora Cristin Kearns, da Universidade da Califórnia, declarou através de um comunicado que a Associação do Açúcar, que é uma entidade dos Estados Unidos direcionada para o comércio, revelaram em 1969 que o açúcar possuía calorias com resultados metabólicos diferenciados das calorias apresentadas pelo amido.

A pesquisadora juntamente com a sua equipe, achou documentos que mostravam que o setor industrial açucareiro, desenvolveu trabalhos juntamente com nutricionistas e alguns outros pesquisadores, para mostrar que o colesterol e a gordura são os principais causadores de uma série de doenças cardíacas. A finalidade era reduzir as mostras de que a ingestão de açúcar, pode ocasionar também diversos tipos de doenças. Os cientistas mostram na nova pesquisa que a Fundação de Pesquisa sobre Açúcar custeou em segredo uma correção no New England Journal of Medicine, do ano de 1967, para acabar com qualquer vestígio que pudesse associar a ingestão de açúcar com indícios de lipídios encontrados no sangue e que também ocasionavam sérios problemas cardíacos.

Esses estudos que foram manipulados iriam mostrar que o açúcar pode causar  hiperglicemia,  que é o aumento da taxa de açúcar no sangue e que pode causar diabetes. Outro problema grave é que a sua ingestão, pode estar relacionado ao câncer de bexiga. Se esses dados fossem do conhecimento das pessoas desde os anos 60, todos estariam cientes de que o açúcar é uma substância com grande potencial cancerígeno.

 


Doença pulmonar mata 3 milhões de pessoas por ano de forma silenciosa

Segundo estimativas apontadas pela OMS – Organização Mundial da Saúde, todo fumante possui 90% de chance de desenvolver a Dpoc – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Além disso, a OMS estima que a maioria dos fumantes nem ao menos sabem desse risco, ou o que a doença pode representar em suas vidas.

A doença pulmonar obstrutiva crônica é caracterizada por uma redução do fluxo de ar que persiste por muito tempo. O quadro do paciente só tende a piorar com o passar do tempo, de um modo que o paciente possa chegar a um quadro agravante, e consequentemente, acabar morrendo pela doença.

Essa doença está fortemente relacionada com quadros de outras doenças que se tornam persistentes, como o enfisema pulmonar e a bronquite. No caso do enfisema pulmonar, o paciente apresenta a destruição dos chamados alvéolos, as estruturas que compõem o pulmão e são responsáveis por controlar o fluxo de ar que entra no órgão. Em relação a bronquite, o paciente apresenta uma inflamação que pode ser aguda ou crônica nas vias aéreas e ainda acaba produzindo um muco característico da doença.

Embora as doenças estejam relacionadas entre si, o principal causador dessas e de muitas outras doenças é o cigarro. Mas o risco não é apenas para os fumantes ativos, ou seja, aqueles que fumam diretamente. Segundo alguns especialistas o fumante passivo também é prejudicado com os níveis de toxidade do cigarro.

Além do cigarro, a exposição a diversos outros tipos de fumaça também é prejudicial e pode levar ao desenvolvimento da Dpoc. Um exemplo disso são as pessoas que trabalham perto de fornos de lenha, ou ainda em carvoarias.

A doença ainda possui outro lado negativo: ela é silenciosa. Segundo a instituição especializada na doença, Fundepoc, 80% de todas as pessoas que têm a Dpoc nem ao menos sabe disso. Isso porque a doença é silenciosa, e quando realmente é notada, está em um estágio muito avançado.

Os especialistas alertam que a Dpoc não pode ser curada através de medicamentos ou tratamentos alternativos. Anualmente, aproximadamente 3 milhões de pessoas morrem por causa da doença, segundo os dados levantados pela OMS. O mau já atinge um total de 384 milhões de pessoas no planeta.

 


Hospital Universitário Federal de Tocantins recebe R$ 2,3 milhões da Saúde

Um repasse de R$ 2,3 milhões vindos do Ministério da Saúde foi destinado a reforçar o Hospital de Doenças Tropicais de Araguaína, hospital vinculado à Universidade Federal do Tocantins. O hospital no estado do Tocantins agrega esse repasse no intuito de fortalecer o atendimento aos pacientes da região que são atendidos pelo SUS – Sistema Único de Saúde. Do total deste valor, R$ 1,74 milhão serão para custear o atendimento e R$ 600 mil para a realização de reformas no hospital.

O programa REHUF – “Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais” – garante o investimento nos Hospitais Federais Universitários em todo o país com um total já liberado pela pasta de R$ 220,85 milhões, beneficiando 48 Hospitais Universitários Federais de 22 estados no país, incluindo o DF – Distrito Federal. O objetivo do Ministério da Saúde mediante a esses repasses, é poder proporcionar melhores condições de atendimento e de ensino, com a aquisição de novos equipamentos para os hospitais, e melhorar a infraestrutura das instalações.

O ministro Ricardo Barros, do Ministério da Saúde, afirmou que há um grande interesse em restabelecer a estruturação dos hospitais que auxiliarão no atendimento do SUS. Barros ainda alegou que ao todo, são mais de 40 hospitais no Brasil que configuram uma estrutura considerada grande para atender a demanda da população.

A publicação oficial deste repasse foi divulgada no DOU – Diário Oficial da União no dia 23 de outubro de 2017. As portarias que autorizam os repasses destinado a esses hospitais são: Nº2766/2017 e Nº2767/2017. Esses valores foram aprovados em leis orçamentárias e destinados às instituições universitárias em parcelas únicas. Os pagamentos são realizados diretamente pelo “Fundo Nacional de Saúde” após a aprovação do repasse pelo Ministério da Saúde, que monitora o cumprimento das metas das instituições universitárias, a capacidade de gestão e o desenvolvimento da qualidade do ensino interligados ao SUS.

Desde de 2010, o REHUF com a parceria do Ministério da Saúde e com a participação de EBSERH – Empresa Brasileiras de Serviços Hospitalares, vem investindo recursos que já atingem a casa dos R$ 3,06 bilhões para a reestruturação dos hospitais universitários, onde R$ 189 milhões foram feitos em 2017, e no ano passado, foram investidos R$ 380 milhões.

 


Segundo um estudo britânico, uma ótima arma contra a gripe é sorriso

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Um estudo realizado na Inglaterra sobre o potencial do sorriso na saúde das pessoas, revelou que uma pessoa de bom humor tem um sistema imunológico melhor. O estudo aponta para o sorriso como forma de promover uma boa saúde, sendo uma arma eficiente no combate à gripe.

O estudo desenvolvido pela Universidade de Nottingham mostrou que, no dia em que pessoas foram vacinadas contra a gripe, as que estavam de bom humor demonstraram um desenvolvimento maior de anticorpos devido ao seu estado emocional positivo. Os pesquisadores responsáveis por esse estudo, dizem que para esses efeitos serem comprovados, a pessoa deverá estar feliz durante todo o dia em que recebeu a vacina, e não somente sorrir na hora em que receber a vacina.

Anteriormente a esse estudo, os mesmos pesquisadores já haviam avaliado os danos referentes a emoções negativas no organismo humano. O fato de uma pessoa estar magoada, chateada com algo, triste com o mundo ao seu redor ou com uma depressão, irá aumentar de modo significativo os riscos de hipertensão arterial e outras doenças cardíacas. Doenças originadas do sistema nervoso são mais frequentes, como uma úlcera nervosa, doenças na pele e até mesmo um câncer pode estar relacionado.

Os hábitos de vidas das pessoas analisadas no estudo sobre o sorriso, não foram levados em questão. Segundo os realizadores do estudo, evidências apontam para o fato de que o pensamento e as atitudes positivas tendem a aumentar a qualidade de vida das pessoas.

Segundo a líder da pesquisa, Kavita Vedhara, professora de psicologia da saúde da Universidade de Nottingham, os malefícios do estresse no sistema imunológico podem ser observados no dia da vacinação, afetando de forma negativa as defesas do sistema imunológico. “Descobrimos que eles ficaram piores do que o normal quando receberam vacinas contra a gripe, produzindo menos anticorpos contra o vírus”, diz a psicóloga.

O objetivo das observações eram determinar um fator que poderia impulsionar a eficácia do sistema imunológico.

“Esperávamos encontrar vários fatores capazes de melhorar a resposta dos anticorpos humanos à vacinação. Só não achávamos que seria apenas um único fator, o de ter um humor positivo”, explica a líder do estudo.

 


Jorge Moll comenta o passado da Rede D’Or e o atual cenário do segmento no país

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Jorge Moll

Em debate realizado no evento Seminários de Gestão: Tendências e Inovação em Saúde, no mês de março (2017), em Porto Alegre (RS), o médico e empresário Jorge Moll, presidente do Conselho de Administração da Rede D’Or São Luiz relatou a história de sucesso da rede de hospitais que teve sua origem em uma clínica de exames e hoje conta com mais de 32 unidades espalhadas pelo país. Conforme declarou o médico: “idealista em medicina, comecei com equipamentos. Fizemos no Rio de Janeiro uma grande instituição de exames complementares, que era uma coisa que faltava muito”.

De acordo com Moll, o processo de expansão de seu empreendimento foi baseado na estratégia de ocupar espaços. Em sua narrativa, o médico revela que, no período compreendido entre o final do anos 1970 e início da década de 1980, a cidade do Rio de Janeiro era considerada a “capital da medicina no país”. Entretanto, nesta mesma época, os serviços hospitalares sofreram uma demasiada queda de qualidade – situação que viria a ser agravada alguns anos depois por conta do Sistema Único de Saúde (SUS). Diante este cenário, Jorge Moll visualizou a necessidade de oferecer serviços médicos de excelência, mas não em único local: para o médico, no Rio de Janeiro urgia a necessidade de uma rede de hospitais que atendesse a várias áreas da cidade. Desta forma, surgiram as três primeiras unidades: Copa D’Or, Barra D’Or e Quinta D’Or.

Apesar do início complicado, Jorge Moll afirmou aos presentes no evento nunca ter desanimado. Segundo o médico, durante o período inicial de expansão eram as operadoras de planos de saúde que lucravam mais porque revertiam valores muito baixos aos hospitais. Todavia, hoje o médico desabafa orgulhoso: “a gente resistiu e cresceu!”. Ainda conforme revela Moll, foram pagos mais de R$ 1 bilhão de reais em impostos no ano 2016. Segundo o médico, a cifra expõe o tamanho da responsabilidade social incumbida em sua rede de hospitais.

Após a conversa sobre a jornada da Rede, o médico comentou sobre a atual crise econômica do país e como uma parcela substancial da população brasileira teve de migrar de planos de saúde mais completos para outros de cobertura reduzida ou mesmo para o SUS. Diante este panorama, Jorge Moll exibiu para o público o Modelo de Gestão Total da Saúde. Segundo o empresário, o objetivo é “oferecer saúde sem desperdício, com menor custo, utilizando, inclusive, a ociosidade dos hospitais para oferecer atendimento com custo mais baixo”. Desta forma, Moll objetiva auxiliar as operadoras a continuarem atuando no segmento hospitalar.

Ao final da palestra, Jorge Moll ainda declarou aos participantes que “a gestão dos hospitais é voltada para a qualidade, os diretores trabalham para isso”. De forma complementar, o médico e empresário ainda afirmou que a classe empresarial brasileiro precisa ser estimulada: “hoje (o empresário) é visto como vilão. É um erro muito grande, o empresariado precisa ser estimulado. Se o empresário desistir do Brasil, o país não tem como sobreviver”, declarou.

 


Exercícios valem mais para a saúde do que manter um bom colesterol

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concentração da molécula que realiza uma limpa nos vasos sanguíneos. Contudo, de acordo com o epidemiologista Gary O’Donovan, da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, não é para todas as pessoas que essa vantagem ocorre. Porém, mesmo assim, a prática de exercícios continua sendo altamente recomendada para todos os indivíduos.

Através de um estudo realizado com mais de 35 mil britânicos, Gary O’Donovan conseguiu identificar uma ligação entre as taxas do chamado colesterol bom e o indíce de mortalidade das pessoas que se exercitavam menos de 150 minutos por semana. Segundo ele, mesmo quando a prática de exercícios não era o bastante para aumentar a taxa de HDL, a atividade física já compensava por diminuir a gordura reduzir os entupimentos vasculares que resultam em problemas como AVC e infarto.

Uma pessoa sedentária que tem o HDL normal, que é o colesterol bom, possui um risco 37% maior de falecer precocemente, quando comparadas as pessoas que praticam exercícios regularmente. Em situação ainda pior estão os sedentários que tem o HDL baixo, pois nesse caso os riscos aumentam em até 65%. Desse modo, fica evidenciado que é mais importante ser ativo fisicamente do que apenas manter as taxas do colesterol controladas.

Essa pesquisa realizada na Universidade de Loughborough ressaltou ainda que uma movimentação constante é capaz de auxiliar na queda da pressão, na perda de peso e no controle da glicemia, o que por sua vez, torna quase impossível a tarefa de criar um remédio que possa substitua o a prática de exercícios.

Enquanto o HDL é conhecido como colesterol bom por auxiliar a desobstruir os vasos sanguíneos, o LDL é o colesterol ruim, pois deposita gorduras nas artérias que, a médio e longo prazo podem causar diversas doenças sérias. Essas gorduras são  os triglicerideos,  que em excesso, travam o fluxo de sangue e prejudicam todo o funcionamento do organismo. Para neutralizar essa quadro, os exercícios físicos são essenciais, sendo capazes inclusive de reduzir os níveis de triglicerideos em até 20%.