ANS barra 11 operadoras de planos de saúde devido a qualidade do serviço

Uma medida tomada pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar -, suspendeu de forma temporária a comercialização de 26 planos de saúde ligados a 11 operadoras. As notícias sobre a suspensão e quais foram as operadoras proibidas de forma temporária foram divulgadas no dia 10 de setembro de 2018, e já passou a valer para as operadoras listadas.

O motivo para esta suspensão foi o número elevado de reclamações constantes feitas sobre os serviços oferecidos por essas operadoras barradas. No total, são 26 planos de saúde, com um número equivalente de 75.500 beneficiários. De acordo com a ANS, nenhum dos beneficiários que já aderiram aos planos serão afetados com a decisão, e terão assistência estabelecida no contrato firmado entre operadora e usuário.

O objetivo desta decisão é de promover melhorias no atendimento oferecido aos clientes. As reclamações foram avaliadas de forma constante através do Monitoramento da Garantia de Atendimento, responsável pela análise dos serviços prestados e dos comentários registrados pelos usuários de convênios que deixam suas opiniões nos canais da ANS.

Queixas ligadas a cobertura do plano, no tempo de espera do atendimento, na falta de organização, na forma de atendimento, dentre outras, foram levantadas no segundo trimestre de 2018. De um modo geral, as queixas mais frequentes se mostraram acima do que deveria, de acordo com a ANS. A agência também observou que 96% dos utilizadores dos 26 planos de saúde que tiveram sua comercialização interrompida, estão insatisfeitos com os serviços oferecidos.

Segundo um levantamento entregue em junho de 2018, o percentual de insatisfação está acima do observado em 2012, que era de 77%. O estudo foi realizado pela APM – Associação Paulista de Medicina -, que constatou um número muito grande de reclamações ligadas ao atendimento médico e exames realizados, sendo as principais causas de reclamações. Levando em conta que o atendimento médico e os exames são a base do serviço oferecido, a decisão está de acordo com os direitos dos consumidores. A lista completa das 11 operadoras barradas pela ANS podem ser vista no site da agência, www.ans.gov.br, e canais veiculados.


Mitos e verdades sobre a vacina contra o sarampo.

Desde 2014 não se tem notícias de casos de sarampo no Brasil, em 2016 uma nota da OMS (Organização Mundial da Saúde), reconhecia que a doença havia sido erradicada das Américas.

Mas notícias de dois surtos da doença eclodiram no Brasil no início de 2018, fazendo o Ministério da Saúde recomendar a toda população se vacinar contra o sarampo (saiba mais sobre a doença no site do Ministério da Saúde).

Muitas vezes por culpa das redes sociais e principalmente das “fake news” ou notícias falsas propagadas nelas, muitas pessoas deixam de se imunizar temendo problemas de saúde causados pela vacina.

As agências de saúde tem trabalhado arduamente para mudar essa consciência, inclusive o próprio Ministério da Saúde tem investido fortemente contra tais notícias falaciosas, criando campanhas de comunicação para combatê-las e minimizar os prejuízos à população em geral.

Vamos então a alguns mitos e algumas verdades sobre a doença:

É verdade que a pessoa que já teve sarampo não “pega” novamente?

Sim, é verdade. Uma vez adquirida a doença o nosso próprio organismo cria anticorpos, impedindo dessa forma nova contaminação. Isto também ocorre com a rubéola, catapora e outras enfermidades.

É verdade que adultos não contraem a doença?

É falso. De acordo com organizações da saúde, a probabilidade de infecção é maiores entre mulheres grávidas e crianças pequenas não imunizadas. Mas qualquer pessoa de qualquer idade ou sexo que não estejam imunizadas podem sim ser infectadas.

É verdade que idosos e gestantes não podem receber a vacina contra o sarampo?

A recomendação do Ministério da Saúde é que, para idosos e gestantes não tomem as vacinas.

Os idosos pelo fato de se entender que possam ter sido infectados anteriormente e as gestantes pelo fato do risco à gravidez, neste último caso recomenda a vacinação após o parto. Caso haja um planejamento para engravidar, a recomendação é a imunização pelo menos um mês antes da gravidez.

É verdade que adultos não podem se vacinar?

Isso é falso, um mito. A recomendação é maior para o público infantil, por causa de maiores riscos em adquirir a doença, mas adultos e adolescentes que não foram imunizados devem sim tomar a vacina.

O Ministério inclusive indica que se a pessoa não tiver certeza se já teve a doença ou tomou a vacina, pode procurar um posto de saúde e receber uma dose, pois a vacina não causa problemas.


Estudo mostra que o modo soneca do despertador pode ser prejudicial a saúde

De acordo com um estudo realizado pela Universidade Victoria em parceria com a Sleep Clinic Services, ativar o modo soneca no despertador pode ser prejudicial a saúde de certa forma. Os pesquisadores responsáveis pelo estudo divulgado no dia em agosto de 2018, são de Brisbane, localizado na Austrália.

Quando uma pessoa acorda pela manhã após ouvir o som do alarme e volta a dormir confiando na função soneca, provoca um tipo de confusão para o cérebro e inércia do sono. Os pesquisadores observam esse fenômeno e o comparam com uma sensação de tontura experimentada pelas pessoas logo ao acordar. De acordo com o estudo, a inércia do sono pode afetar as funções cognitivas de um indivíduo, como a memória, a atenção e a percepção do tempo e do espaço durante um dia todo.

Um outro estudo realizado pelo Hospital Brigham and Women, localizado em Massachusetts nos Estados Unidos, mostrou que a inércia do sono pode acontecer quando o sono de uma pessoa é interrompido durante a madrugada, e ela volta a dormir. Essa interrupção que acontece durante o ciclo de sono profundo é um fator ruim para a saúde a longo prazo. As notícias sobre esse segundo estudo ajudaram os pesquisadores da Universidade Victoria a refinar ainda mais o estudo.

Assim, foi possível observar que quando o modo soneca do despertador é utilizado, acaba gerando um intervalo de inércia entre 10, 15 e 30 minutos na maioria das vezes, o que a longo prazo pode prejudicar as funções cognitivas devido ao período de interferência constante. Quando uma pessoa volta a dormir e é acorda abruptamente logo após 10 minutos de sono, o cérebro tende a se confundir com esses intervalos curtos de sono, fazendo com que uma boa noite de sono não seja o suficiente devido aos intervalos de inércia do sono.

De acordo com os especialistas do novo estudo divulgado, ficou provado que ao colocarmos o corpo para dormir novamente após o despertar do relógio, faz com que o cérebro inicie um novo ciclo de sono, e que ao ser interrompido antes do período ideal de sono, geram efeitos negativos sentidos o dia todo. Com o passar dos anos, esse efeitos negativos tendem a ser mais frequentes podendo estar associado a diversos males das funções cognitivas.


Anvisa pede recall de lotes de vegetais congelados após identificar contaminação

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou em novas notícias que uma série de lotes relacionados a vegetais congelados que vieram da Europa foram suspensos por estarem contaminados com a bactéria “Listeria monocytogenes”. De acordo com a agência, a contaminação foi o motivo da decisão que foi publicada através do Diário Oficial.

A agência ainda informou que os lotes suspensos são de mais de uma empresa, sendo elas: Greenyard, Pratigel, Grano e Pinguin. Segundo a agência, as empresas responsáveis por esses lotes contaminados deverão realizar o recall de todos os produtos entregues no Brasil de acordo com os lotes que foram suspensos.

Embora a Anvisa tenha sido responsável por tomar a decisão da suspensão dos lotes das quatro empresas, essa decisão só foi tomada por causa de uma notificação enviada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) por meio da “International Network of Food Safety Authorities“. O órgão responsável pela notificação informou a Anvisa de que havia 47 casos de doenças identificadas em decorrência dos lotes distribuídos, tendo ocorrido em cinco países diferentes da Europa e na Austrália.

De acordo com o órgão, essa comprovação ocorreu por meio de um sequenciamento de genoma, onde foi possível descobrir a origem da contaminação. Nesse caso, os resultados dos testes apontaram a origem de toda a contaminação para uma fábrica localizada na Hungria. Dentro dessa fábrica, os avaliadores identificaram a bactéria e puderam rastrear os lotes de vegetais congelados contaminados.

O órgão da OMS informou a Anvisa que a fábrica na Hungria distribuiu os lotes congelados para quatro empresas diferentes, que espalharam o produto para várias regiões do mundo. As análises laboratoriais apontaram que essa contaminação está presente nos lotes fabricantes desde o mês de agosto de 2016 até o final do mês de junho deste ano. Ou seja, a contaminação ocorreu nos últimos 22 meses de produção da fábrica.

Sendo assim, o recall foi ordenado para que as empresas realizassem todo o processo de retirada desses produtos do mercado. A medida tomada pela Anvisa e outros órgãos em todo o mundo, foi de um recall às empresas, como a finalidade de prevenir que a população não tenha a saúde afetada pela bactéria identificada.


Saúde em contexto

O estudo controlado randomizado (RCT) continuará a ser um elemento fundamental fundamental de cuidados baseados em evidências. No entanto, a disponibilidade de grandes quantidades de dados clínicos e operacionais coletados no processo de prestação de cuidados cria enormes oportunidades para aprender e melhorar a qualidade, segurança, eficiência e custo dos cuidados. De fato, há uma sinergia entre a abordagem RCT e a melhoria da qualidade da grande populaçãoestudos. Cada ECR é um processo lento e caro que pode levar anos para ser concluído, e muitas vezes há dúvidas sobre como as descobertas de um ECR são generalizáveis ​​devido às populações de amostra muito pequenas tipicamente estudadas. Por outro lado, analisar grandes quantidades de dados coletados no processo de prestação de cuidados a pacientes com uma doença específica (por exemplo, diabetes, asma, insuficiência cardíaca congestiva) pode ajudar a determinar a generalização das descobertas de um ECR enquanto melhora os desfechos . Além disso, a análise eficaz de grandes quantidades de dados obtidos em todos os ambientes de cuidados clínicos – incluindo, em última análise, a casa do paciente – cria a oportunidade para os profissionais de saúde entenderem e gerenciarem melhor os fatores ambientais e comportamentais que são os principais determinantes da saúde.

Essencialmente, os cuidados de saúde baseados em dados criam a possibilidade de transformar todos os ambientes de cuidados num ambiente de aprendizagem orientado por dados – um ambiente em que os médicos operam num sistema de melhoria de cuidados altamente sustentado e racional que lhes permite gerir de forma ideal os processos de cuidados ao recolher dados apoiar a aprendizagem contínua e a melhoria ao longo do tempo.

O futuro não é distribuído uniformemente

O crescente foco na qualidade e no custo dos cuidados, a evolução das regulamentações estaduais e federais e a ênfase crescente no reembolso por valor, em vez de transações, certamente impulsionarão agressivamente a tendência da indústria da saúde orientada por dados. Pode-se perguntar, quanto tempo vai demorar para realmente vermos os resultados dessa última revolução da saúde? Cinco anos? Dez anos? Mais longo?

Na verdade, o futuro já está aqui. Organizações de saúde inovadoras já estão demonstrando os resultados da assistência médica baseada em dados. Usando dados, Geisinger reduziu a taxa de complicações para revascularização miocárdica em 11 por cento, melhorou a mortalidade em pacientes internados em 67 por cento, aumentando a margem de contribuição para revascularização do miocárdio em 17,6 por cento e o lucro total por paciente em US $ 1.946,00.


Médicos Engajados Salvam Vidas

A importância de envolver os médicos na melhoria do custo e da qualidade do atendimento não pode ser exagerada. Eu falo com médicos muitas vezes sobre esse assunto.

Como médicos, devemos fazer o máximo para melhorar a qualidade e o custo dos cuidados. Não podemos dar desculpas sobre o quão ocupados estamos ou porque não temos controle sobre problemas de qualidade. Mas aqui está a coisa sobre melhoria de qualidade. Cada encontro com o paciente é uma oportunidade para aprender e promover métodos ideais de cuidado.

Em 1999, o Instituto de Medicina publicou seu relatório To Err Is Human , que revelou que cerca de 98.000 pessoas morrem a cada ano em hospitais dos EUA devido a erros médicos evitáveis. Isso é o equivalente a um jumbo cheio de pessoas morrendo todos os dias. Quem iria voar se as companhias aéreas tivessem tal registro? A tolerância que temos na comunidade médica para erros médicos é surpreendente. A verdade é que nós, como provedores de assistência médica, carregamos um grande fardo e precisamos possuí-lo.

Devemos ser apaixonados por melhorar a qualidade dos cuidados de saúde. Todo erro que leva ao dano ou à morte do paciente tem um impacto tremendamente negativo – não apenas para aquele paciente, mas para seus entes queridos e para a equipe de provedores que cuidavam desse paciente.

Analytics and Data Drive Physician Engagement

Os médicos têm uma tarefa muito difícil. A medicina está em constante mudança e os médicos, além de cuidar dos pacientes, mapear, faturar e administrar uma clínica, devem se manter informados sobre as atualizações médicas mais recentes. Além disso, eles devem aprender princípios de melhoria de qualidade, trabalhar em equipe e utilizar protocolos baseados em evidências, muitos dos quais foram desenvolvidos depois que eles concluíram o treinamento.

Foi minha experiência que a única coisa que ajuda os médicos a reconhecer e aceitar a necessidade de mudar a forma como eles praticam é os dados. Estive envolvido em muitos esforços de melhoria da qualidade e tive que abordar muitos médicos para informá-los de que seus resultados de qualidade ou custo não estão sendo avaliados.


Estudo mostra que reposição hormonal está associada a perda auditiva

Com os anos, a idade começa a ser sentida por qualquer pessoa, ainda mais quando vão se aproximando dos 45 anos. No caso das mulheres, o corpo sente muitas transformações próximo a essa idade diante dos impactos da menopausa. Este é um período fisiológico com um declínio dos hormônios femininos sentido de forma acentuada. Um dos sintomas sentido pelas mulheres nesta etapa de transformação é a perda de audição.

Um estudo sobre a menopausa apontou outros fatores para a perda de audição, mostrando que nesse caso, esse déficit auditivo não é causado pela menopausa. Para poder amenizar os transtornos recorrentes provocados pela redução de hormônio no organismo devido a menopausa, diversas mulheres recorrem à terapia para reposição hormonal. Mas esse tipo de tratamento pode ter como consequência alguns problemas para a saúde.

A pesquisa realizada pela Brigham and Women’s Hospital, hospital localizado em Massachusetts, Estados Unidos, mostrou que os níveis de hormônios sintéticos que permanecem no organismo da mulher no período pós-menopausa é responsável por 21% da perda auditiva gradual nessas mulheres. O estudo sobre a influência das terapias de reposição hormonal com a perda auditiva da mulher foram divulgados no início do mês de agosto de 2018.

Esse é considerado o primeiro estudo sobre a perda auditiva associada ao medicamento de reposição hormonal. Os responsáveis pelo estudo não conseguiram definir ao certo qual seria o motivo para isso acontecer. Mas, a indicação de que o uso de hormônios e a elevação das doses de estrogênio nas células ciliadas do ouvido, acabam gerando mais estímulos auditivos para o cérebro. Esse tipo de célula não são recuperadas pelo organismo assim que elas morrem.

O estudo fez comparação com mulheres que entraram na menopausa e não fizeram o uso de nenhum tipo de medicamento hormonal. Os tratamentos de reposição hormonal existentes podem ser prejudiciais ao longo prazo para a saúde auditiva das mulheres, onde o risco de uma surdez aumenta 15% ao longo de cinco anos de reposição hormonal a base de comprimidos.


Pesquisa revela que surfistas correm mais risco de adquirir super-bactérias

Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Exeter, localizada no Reino Unido, revelou que os surfistas possuem até três vezes mais chances de hospedarem bactérias super-resistentes aos antibióticos do que qualquer outra pessoa. Os resultados do estudo mostram que os atletas praticantes de surfe ficam mais expostos ao contágio de bactérias super-resistentes.

Outros estudos já apontaram que os atletas desse esporte engolem até dez vezes mais a água do mar do que qualquer outra pessoa que nada habitualmente. Isso porque os surfistas caem constantemente da prancha, momento em que acabam engolindo água do mar.

Sabendo desse fato, os pesquisadores resolveram analisar algo bastante importante: se os surfistas são mais vulneráveis ao desenvolvimento dessas bactérias difíceis de serem eliminadas e que estão presentes nas águas.

Para tirar essa dúvida, os pesquisadores precisaram analisar as fezes de um total de 143 surfistas e comparar com outras 130 fezes de pessoas que nadam frequentemente em um único local, na costa do Reino Unido. Ao analisar as fezes, os pesquisadores tentaram descobrir se os surfistas, assim como banhistas, possuíam a bactéria chamada de E. coli no estômago. Essa bactéria é difícil de ser eliminada, sendo resistente até mesmo ao cefataxima, um dos antibióticos mais comumente usados nos hospitais.

O estudo que foi publicado pela revista Enviroment International revelou que do total dos surfistas, 9% deles continham a superbactérias contra 3% do total de nadadores. A conclusão do estudo é de que a bactéria E. Coli continuaria nos estômagos daqueles que constataram a presença dela mesmo que fossem submetidos a tratamento com antibiótico.

Na opinião de Anne Leonard, que é a coordenadora do estudo, esses atletas são “geralmente jovens, estão em forma e se sentem saudáveis, é pouco provável que se preocupem com sua saúde”. No caso da água contaminada, a cientistas avaliam que as bactérias são carregadas através da chuva que leva resíduos de esgoto e da produção de fazendas para o mar.

A pesquisadora aconselha que os surfistas podem evitar a ingestão das superbactérias caso venham a descansar por dois dias fora das águas, ou ainda evitar entrar no mar depois de um dia chuvoso.


Mulheres que comem mais vegetais têm menor risco de ter câncer de mama

Quem é mulher sabe da preocupação do risco do câncer de mama.

Esse é o tipo de câncer mais recorrente nas mulheres.

Um estudo realizado em Harvard, demonstrou que mulheres que consomem muitos produtos processados têm maiores chances de ter câncer de mama.

Esse estudo foi feito em larga escala e por um longo prazo. A ideia era ver de forma minuciosa os efeitos a longo prazo em mulheres que comem mais frutas e vegetais em vista de mulheres que não comem ou comem pouco esse tipo de alimento.

No final do estudo, foi confirmado que mulheres que comem menos produtos processados e comem mais frutas e vegetais, tem uma saúde melhor e menos incidência de câncer de mama.

O estudo também revelou não apenas isso, mas a quantidade desses alimentos que devem ser ingeridos por dia.

Para a melhor saúde da mulher e também para diminuir o máximo o risco do câncer de mama, o estudo comprou que mulheres que comiam de 5 a 6 porções de frutas e verduras por dia, tinham 11% a menos de chance de ter câncer de mama e outros tipos de tumores.

Essa porcentagem pode parecer pouca, mas esse calculo foi estipulado em cima de mulheres que comiam em media duas porções de frutas e legumes por dia.

Ou seja, para mulheres que comem menos que isso, ou mesmo nada, essa porcentagem é bem maior.

Eles conseguiram ser ainda mais específicos nos seus dados.

Dessas 5 ou 6 porções diárias a serem consumidas para evitar o câncer de mama e proteger a saúde da mulher, algumas porções tinham que ser bem específicas, tais como:

. Uma xícara de vegetais folhosos crus;

. Meia xícara de vegetais crus ou cozidos;

. Meia xícara de fruta crua ou cozida.

Esse estudo revela que até mesmo, pequenas mudanças na rotina, como comer algumas porções de frutas e verduras por dia, pode fazer muita diferença para a saúde da mulher a longo prazo.

 

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Tafenoquina: o mais novo esforço para combater a Malária

A malária, uma doença infecciosa causada por protozoários parasitas e transmissível pela picada de mosquitos Anopheles, acaba de ganhar uma forma de tratamento mais eficaz. Aprovada pela FDA (Food and Drug Administration), agência que desempenha papel similar à ANVISA nos EUA, a Tafenoquina mostrou-se capaz de eliminar os parasitas e também evitar um problema enfrentado no tratamento anterior: a reincidência da doença.

A atual forma de tratamento da doença envolve a administração de seu medicamento durante 14 dias. Por conta desse elevado número de doses, muitos pacientes não completam o tratamento ao perceberem uma melhora significativa dos sintomas antes do fim do ciclo pré-estabelecido. Com isso, alguns parasitas podem permanecer “adormecidos” principalmente no fígado dos pacientes e acarretar problemas tanto individuais como também de saúde coletiva.

Apesar de estarem em estado latente, ou seja não-ativo, os parasitas tanto podem se manifestar novamente e restabelecer os sintomas da doença como também podem ser transmitidos do homem para o mosquito caso a pessoa seja picada, agravando ainda mais a disseminação da doença.

O Krintafel (nome comercial da Tafenoquina) é considerado uma “conquista fenomenal” por muitos cientistas pois com apenas uma dose é capaz de eliminar os parasitas não permitindo que se alojem no fígado e assim evitando os problemas gerados pelos outros tratamentos.

A malária é uma doença endêmica em regiões equatoriais por conta da maior adaptação dos mosquitos nessas áreas e segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) cerca de 1 milhão de pessoas morrem por ano por conta dela. Espera-se que a aprovação da nova terapia nos EUA possa abrir caminhos para sua validação em outros países, principalmente naqueles em que a doença é considerada endêmica.

O novo tratamento gera um ar de esperança para um problema de saúde tão grave, mas a comunidade científica reforça sobretudo a importância dos métodos de prevenção e combate ao mosquito transmissor.