Cidade de São Paulo é contemplada por expansão de grupo hoteleiro de Guilherme Paulus

A capital paulista é conhecida, dentre outras coisas, por abrigar diversos empreendimentos hoteleiros de grande porte. De acordo com Guilherme Paulus, o município poderá ganhar mais um hotel de luxo. Desta vez, o empreendedor construirá a unidade hoteleira em uma região da Avenida Cidade Jardim. Uma matéria veiculada pelo Portal Terra traz a expectativa de que o estabelecimento comece a operar já no começo de 2021.

O local terá as estruturas próprias de um hotel, totalizando mais de 60 apartamentos que serão disponibilizados para compra ou locação. Até o momento já se sabe que a unidade hoteleira será um empreendimento considerado de luxo, mas ainda não houve conclusão acerca de qual bandeira irá classificar o local. Na área construída espaços para eventos poderão ser desfrutados pelos moradores, bem como rooftop e restaurantes. Desse modo, a reportagem apurou que Guilherme Paulus tem o anseio de criar uma nova marca para seus últimos negócios no ramo da hotelaria.

Diversos são os meios em que o empresário tem atuado nos últimos tempos. Em relação às atividades realizadas por seu grupo, o GJP, estas não se limitam à construção de hotéis, visto que também consistem na administração dos empreendimentos que são construídos. Quando ainda dava seus primeiros passos no segmento da hotelaria, a corporação era dona de um único hotel. Na atualidade, entretanto, a rede conta com 14 unidades no país. Guilherme Paulus, por sua vez, não deseja parar por aí, pois pretende também empreender na cidade do Rio de Janeiro.

A presença do empresário no segmento turístico ocorreu após a inauguração da operadora CVC, que ocorreu na região do ABC Paulista, nos anos 1970. A expansão da empresa turística de Guilherme Paulus se deu após um longo período de tempo, chamando a atenção de empresas estrangeiras, como a que acabou comprando a companhia brasileira após negociações diretas com o empreendedor.

A corporação que adquiriu a CVC em 2009 foi a Carlyle Group. Apesar da compra pelo grupo em questão, o empresário brasileiro foi convidado a continuar integrando o quadro de executivos da operadora. Assim sendo, ele deixou suas incumbências anteriores para se tornar responsável por presidir o Conselho de Administração dos negócios. Muitas transformações foram observadas na operadora a partir de então, principalmente em relação à maneira como se lidou com o capital aplicado na Bolsa de Valores, passando a se tornar aberto aos investidores interessados.

A operadora CVC Turismo tem, segundo a reportagem em questão, seguido um plano de crescimento que considera o período de cada ano para tal. Com isso, a companhia tem a expectativa de crescer cerca de 2 dígitos por ano. Além disso, planeja-se instalar 100 novos empreendimentos turísticos em diversos municípios brasileiros, o que pode proporcionar lucros de até R$ 5 bilhões.

Para a CVC também se espera que esta conte com filiais em alguns supermercados conveniados com a operadora. Já em relação às outras formas de atuação do empresário, estas já transitaram por segmentos variados, como o da aviação, na época em que realizou transações de venda de uma companhia aérea.


Flavio Maluf reporta sobre o uso de drones por produtores rurais

 

Hoje em dia, praticamente todo mundo, dentre os que estão “antenado” nas tecnologias, já ouviu falar ou até já teve contato direto com drones, inclusive Flavio Maluf, atual presidente do Grupo Eucatex. E é ele que nos reporta como vêm popularizando-, há alguns anos já, esses drones, a tal ponto de, em maio deste ano, chegar a ser regulamentada essa tecnologia, por parte da Agência Nacional de Aviação Civil.

Segundo Flavio Maluf, para se ter uma ideia da expansividade dos drones, em todo o mundo, podemos citar, por exemplo, os dados da consultoria americana Gartner, segundo os quais, até o ano de 2020, o número de dispositivos que serão vendidos, anualmente e considerando todo o mundo, chegará à impressionante quantia de 3 milhões. Nessa faixa, supõe-se, a tecnologia em questão propiciará um faturamento anual beirando o montante de 11,2 bilhões de dólares.

Todavia, apesar desse crescimento em escala global, fato é que, desse total, ainda 89% de seu uso tem destinado-se ao meio militar. Dos 11% restantes, o uso dos drones divide-se entre várias áreas, como a de inspeção industrial ou a de monitoramento de eventos, fora a de fotografia ou a de transporte. Mas, além dessas todas, Flavio Maluf, que tem formação em engenharia mecânica pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), lembra do quão relevante vem sendo tal tecnologia para o agronegócio. Afinal de contas, o Grupo Eucatex vem, desde 1951, pensando tanto em conforto ambiental quanto em conforto acústico, através da adoção, como matéria-prima, da madeira de eucalipto, na produção seja de chapas seja de painéis.

E os drones, onde eles entram nisso? Bem, eles facilitam muito a vida dos produtores ruarais, como lembra Flavio Maluf, visto que podem contribuir com o controle de custos de toda a propriedade. Exemplificando isso, podemos falar do combate a pragas e ervas daninhas, costumeiramente tratado com defensivos, que então, com os drones, torna-se possível um monitoramento tamanho, a ponto de se conseguir identificar, com grande precisão, aquele que foi a área verdadeiramente atingida. Flavio Maluf, por fim, ainda lembra uma colocação, sobre o uso dessa tecnologia no ambiente rural, feita por Fabrício Hertz, atual presidente da Horus, que é uma empresa envolvida com a produção de drones e também com mapeamento através desses: Segundo Hertz, a adoção de drones, por parte do produtor rural, no contexto que já especificamos, “representará uma economia de até 80% nos gastos com esse tipo de agroquímico”.