BNDES e ABDI vão lançar editais para startups

Boas notícias para empreendedores de todo o país que tenham uma ideia escalável. O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e a ABDI – Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial vão lançar editais para o fomento de projetos de startups. Confira um pouco mais do que está por vir.

BNDES

O BNDES por meio da iniciativa BNDES Garagem lança edital que visa o desenvolvimento de 60 projetos de startups. A iniciativa prevê a seleção de 30 projetos em estágio inicial que vão passar pelo processo de desenvolvimento de um negócio sustentável e escalável e mais 30 empresas já consolidadas e com faturamento de até R$ 16 milhões para serem aceleradas.

Durante o festival Rec’n’Play, Fabiano Mattos, que está a frente da área de tecnologia do BNDES Garagem, a prioridade serão os projetos nos setores da educação, saúde, economia, segurança, soluções financeiras (fintechs), blockchain, economia criativa e internet das coisas (IOT).

Os interessados devem se manter atentos, pois o edital será lançado no site do BNDES até o fim de novembro e as inscrições estarão abertas a partir de 6 de dezembro.

ABDI

A ABDI, por sua vez, deve lançar ainda este mês o edital para o Startup Indústria 4.0, programa de investimento da entidade para fomento de novos projetos. O edital para o novo ciclo tem início provável em 29 de novembro. Trata-se de uma iniciativa luso-brasileira que vai selecionar 150 startups brasileiras e portuguesas.

Das 150 selecionadas, 60 serão escolhidas, sendo que apenas 10% serão de Portugal para receber um aporte financeiro de R$ 80 mil cada.

As startups também serão beneficiadas com novos negócios e iniciativas entre outras companhias da indústria. Serão selecionadas 30 indústrias de grande porte, sendo três portuguesas para participar da iniciativa. Podem participar companhias que tem como foco a criação e desenvolvimento de soluções focadas em tecnologias para a indústria 4.0.

O programa, que está em sua segunda edição, será estendido até junho de 2020. A ABDI realizou sua primeira edição em 2017 chamada Startup Indústria, contudo era voltada apenas para startups brasileiras. Esta é a primeira vez que empresas de outro país participarão da iniciativa.


Trabalhos voluntários poderão ser adotados como parte da carga horária do ensino médio

As instituições de ensino poderão aceitar as horas de trabalhos voluntários realizados por seus estudantes como meio de completarem as cargas horárias das séries do ensino médio. A novidade foi divulgada após a aprovação de um pacote com novas diretrizes curriculares, que foi aprovado pelo CNE (Conselho Nacional de Educação).

Conforme a redação dada às diretrizes em questão, além de serviços voluntários, também poderão ser aceitas outras atividades realizadas pelos alunos. Isso, entretanto, estará condicionado ao fato de tais ações envolverem algum caráter de ordem pedagógica. Dessa maneira, estágios, cursos, pesquisas de campos e iniciação científica passarão a contar como horas estudadas.

Aprovada no ano de 2017, a lei que dispõe sobre os novos ditames do ensino médio tornou claro que essa fase da educação deverá ser composta por um total de 5 horas diárias. Até o ano de 2022, espera-se que a carga horária de todo o período seja de 3 mil horas. Desse total, 1,8 mil horas serão de ensino comum a todos os alunos em território nacional.

O restante da carga horária, conforme estabelecem as novas diretrizes, poderá ser escolhido pelo próprio aluno. Assim sendo, este deverá optar pelas áreas de tecnologia, humanidades, ciências naturais, linguagens ou matemática.

As formas como esses trabalhos voluntários serão realizados poderão ser tanto presenciais, quando o aluno frequenta um ambiente convencional ou à distância. Em todos os casos, é necessário que haja a orientação e supervisão de um professor para que haja validação das horas de atividades. O emprego da tecnologia, de acordo com notícias sobre as novas regras, não é descartado.

Nas novas diretrizes constam outras mudanças. Uma das mais expressivas é a que autoriza o estabelecimento de convênios entre algumas instituições de ensino. É importante salientar que estas devem fazer parte de um cadastro específico elaborado pelo sistema de ensino nacional.

As escolas poderão, conforme as diretrizes de ensino, escolher de que maneiras irão avaliar cada uma das atividades permitidas a partir de então. Com isso, até mesmo atividades em instituições estrangeiras passarão a contar para que se complete a carga horária necessária à formação no ensino médio em todo país.

Saiba mais:

https://istoe.com.br/escolas-poderao-considerar-trabalhos-voluntarios-feitos-por-estudantes/


Google Glass possibilita crianças com autismo a aprender expressões faciais

As crianças que têm autismo, muitas vezes lutam para saber o que os outros estão pensando ou sentindo. Entender as expressões faciais pode ser complicado para essas crianças. Esse sorriso é um genuíno sorriso de felicidade ou uma expressão tensa de desconforto? Aquela testa enrugada significa raiva ou apenas concentração?

Quando você não consegue entender as mensagens no rosto de outras pessoas, é difícil envolver-se socialmente. As crianças com autismo são frequentemente deixadas de fora das interações de grupos sociais humanos, um fato considerado crítico para o desenvolvimento dessas crianças.

Crianças com autismo variam significativamente em suas características. Algumas podem falar e se expressar, enquanto outras não conseguem devido ao grau de autismo. Muitas delas são sensíveis a ruídos e sons que passam despercebidos pelas pessoas comuns. Algumas têm dificuldades em manter contato visual e experimentam o mundo de forma diferente, então passam a tocar em objetos para explorar a sensação de textura.

Agora, os pesquisadores dizem que têm uma nova ajuda para crianças com autismo, o Google Glass. Eles combinaram os óculos de alta tecnologia com um aplicativo para identificar rostos e expressões, o que mostra à criança um emoji da expressão correta.

As notícias são de que o “Superpower Glass” pode ajudar as crianças que estão à espera de tratamento.

“As crianças com autismo lutam unanimemente para se envolver no nosso mundo social”, diz o líder da pesquisa, Dennis Wall, professor da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, na Califórnia. “Eles não fazem contato com o rosto, e eles não entendem as diferenças emocionais de pessoas comuns”, diz o pesquisador.

Trabalhar de frente com um terapeuta é útil para muitas crianças com autismo. O problema é que há muitas crianças com autismo e poucos profissionais treinados que oferecem esse tipo de terapia, deixando muitas crianças em listas de espera. Quanto mais cedo a terapia, mais bem-sucedida serão as respostas da criança. No entanto, muitas crianças não fazem terapia por causa de listas de espera ou falta de recursos financeiros. Algumas dessas crianças nem são diagnosticados até uma idade mais avançada.

Wall espera que a nova tecnologia possa ajudar a preencher a lacuna entre o diagnóstico e o início do tratamento.


Satélite experimental em órbita da Terra captura lixo espacial pela primeira vez

Um dispositivo de limpeza experimental chamado RemoveDebris lançou com sucesso uma rede em torno de um satélite fictício, simulando uma técnica que pode um dia capturar o lixo espacial.

As notícias sobre o teste foram divulgadas no segundo semestre de 2018, e foram bem recebida pela comunidade científica. O teste já é visto como a primeira demonstração bem-sucedida da tecnologia de limpeza de espaço, de acordo com especialistas. O experimento sinaliza um passo inicial para resolver o que já é uma questão crítica: detritos no espaço.

Milhões de pedaços de lixo estão girando em órbita da Terra, o resultado de 50 anos de viagens espaciais e poucos regulamentos para manter o espaço limpo. Em velocidades orbitais, até mesmo uma pequena mancha de tinta colidindo com um satélite pode causar danos críticos. Várias empresas têm planos de enviar milhares de novos satélites para a órbita baixa da Terra, que já é considerada a área mais populosa da órbita.

O experimento RemoveDebris é administrado por um consórcio de empresas e pesquisadores liderados pelo Surrey Space Center, do Reino Unido, e inclui a Airbus, a Surrey Satellite Technology, de propriedade da Airbus, e o Ariane Group, da França.

Guglielmo Aglietti, diretor do Surrey Space Center, disse que uma versão operacional da tecnologia RemoveDebris lançaria uma rede que permaneceria ligada ao satélite principal para que os detritos pudessem ser arrastados para fora da órbita. Essa tecnologia pode ter como alvo grandes pedaços de lixo, incluindo satélites mortos de até 10 metros de comprimento.

Para o teste, no entanto, o satélite fictício e a rede foram deixados em órbita livremente. Então, essencialmente, os especialistas criaram outro fragmento descontrolado. Mas Aglietti disse que o lixo espacial conduzido pela experiência não representará um risco por muito tempo. O experimento foi conduzido em uma órbita muito baixa, de modo que o satélite fictício caísse do céu dentro de alguns meses.

O satélite RemoveDebris realizará mais alguns experimentos nos próximos meses, incluindo testes de recursos de navegação que podem ajudar a guiar o satélite para um fragmento específico. Ele também testará uma tecnologia de arpão que pode capturar satélites gigantescos com uma lança presa a uma corda.

Jonathan McDowell, astrofísico do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, disse que o sucesso deste experimento foi empolgante, mas ele alertou contra o fato de que ainda é cedo para comemorar. “Há dezenas de boas idéias sobre como resolver esse problema, mas o diabo está sempre nos detalhes”, disse McDowell.


Cidade de São Paulo é contemplada por expansão de grupo hoteleiro de Guilherme Paulus

A capital paulista é conhecida, dentre outras coisas, por abrigar diversos empreendimentos hoteleiros de grande porte. De acordo com Guilherme Paulus, o município poderá ganhar mais um hotel de luxo. Desta vez, o empreendedor construirá a unidade hoteleira em uma região da Avenida Cidade Jardim. Uma matéria veiculada pelo Portal Terra traz a expectativa de que o estabelecimento comece a operar já no começo de 2021.

O local terá as estruturas próprias de um hotel, totalizando mais de 60 apartamentos que serão disponibilizados para compra ou locação. Até o momento já se sabe que a unidade hoteleira será um empreendimento considerado de luxo, mas ainda não houve conclusão acerca de qual bandeira irá classificar o local. Na área construída espaços para eventos poderão ser desfrutados pelos moradores, bem como rooftop e restaurantes. Desse modo, a reportagem apurou que Guilherme Paulus tem o anseio de criar uma nova marca para seus últimos negócios no ramo da hotelaria.

Diversos são os meios em que o empresário tem atuado nos últimos tempos. Em relação às atividades realizadas por seu grupo, o GJP, estas não se limitam à construção de hotéis, visto que também consistem na administração dos empreendimentos que são construídos. Quando ainda dava seus primeiros passos no segmento da hotelaria, a corporação era dona de um único hotel. Na atualidade, entretanto, a rede conta com 14 unidades no país. Guilherme Paulus, por sua vez, não deseja parar por aí, pois pretende também empreender na cidade do Rio de Janeiro.

A presença do empresário no segmento turístico ocorreu após a inauguração da operadora CVC, que ocorreu na região do ABC Paulista, nos anos 1970. A expansão da empresa turística de Guilherme Paulus se deu após um longo período de tempo, chamando a atenção de empresas estrangeiras, como a que acabou comprando a companhia brasileira após negociações diretas com o empreendedor.

A corporação que adquiriu a CVC em 2009 foi a Carlyle Group. Apesar da compra pelo grupo em questão, o empresário brasileiro foi convidado a continuar integrando o quadro de executivos da operadora. Assim sendo, ele deixou suas incumbências anteriores para se tornar responsável por presidir o Conselho de Administração dos negócios. Muitas transformações foram observadas na operadora a partir de então, principalmente em relação à maneira como se lidou com o capital aplicado na Bolsa de Valores, passando a se tornar aberto aos investidores interessados.

A operadora CVC Turismo tem, segundo a reportagem em questão, seguido um plano de crescimento que considera o período de cada ano para tal. Com isso, a companhia tem a expectativa de crescer cerca de 2 dígitos por ano. Além disso, planeja-se instalar 100 novos empreendimentos turísticos em diversos municípios brasileiros, o que pode proporcionar lucros de até R$ 5 bilhões.

Para a CVC também se espera que esta conte com filiais em alguns supermercados conveniados com a operadora. Já em relação às outras formas de atuação do empresário, estas já transitaram por segmentos variados, como o da aviação, na época em que realizou transações de venda de uma companhia aérea.


Flavio Maluf reporta sobre o uso de drones por produtores rurais

 

Hoje em dia, praticamente todo mundo, dentre os que estão “antenado” nas tecnologias, já ouviu falar ou até já teve contato direto com drones, inclusive Flavio Maluf, atual presidente do Grupo Eucatex. E é ele que nos reporta como vêm popularizando-, há alguns anos já, esses drones, a tal ponto de, em maio deste ano, chegar a ser regulamentada essa tecnologia, por parte da Agência Nacional de Aviação Civil.

Segundo Flavio Maluf, para se ter uma ideia da expansividade dos drones, em todo o mundo, podemos citar, por exemplo, os dados da consultoria americana Gartner, segundo os quais, até o ano de 2020, o número de dispositivos que serão vendidos, anualmente e considerando todo o mundo, chegará à impressionante quantia de 3 milhões. Nessa faixa, supõe-se, a tecnologia em questão propiciará um faturamento anual beirando o montante de 11,2 bilhões de dólares.

Todavia, apesar desse crescimento em escala global, fato é que, desse total, ainda 89% de seu uso tem destinado-se ao meio militar. Dos 11% restantes, o uso dos drones divide-se entre várias áreas, como a de inspeção industrial ou a de monitoramento de eventos, fora a de fotografia ou a de transporte. Mas, além dessas todas, Flavio Maluf, que tem formação em engenharia mecânica pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), lembra do quão relevante vem sendo tal tecnologia para o agronegócio. Afinal de contas, o Grupo Eucatex vem, desde 1951, pensando tanto em conforto ambiental quanto em conforto acústico, através da adoção, como matéria-prima, da madeira de eucalipto, na produção seja de chapas seja de painéis.

E os drones, onde eles entram nisso? Bem, eles facilitam muito a vida dos produtores ruarais, como lembra Flavio Maluf, visto que podem contribuir com o controle de custos de toda a propriedade. Exemplificando isso, podemos falar do combate a pragas e ervas daninhas, costumeiramente tratado com defensivos, que então, com os drones, torna-se possível um monitoramento tamanho, a ponto de se conseguir identificar, com grande precisão, aquele que foi a área verdadeiramente atingida. Flavio Maluf, por fim, ainda lembra uma colocação, sobre o uso dessa tecnologia no ambiente rural, feita por Fabrício Hertz, atual presidente da Horus, que é uma empresa envolvida com a produção de drones e também com mapeamento através desses: Segundo Hertz, a adoção de drones, por parte do produtor rural, no contexto que já especificamos, “representará uma economia de até 80% nos gastos com esse tipo de agroquímico”.


Artigo Sobre Felipe Montoro Jens

Nem sempre é fácil fazer um negócio crescer e financiamentos com bancos privados não são tão simples ou viáveis em todos os casos. Pensando nisso, as PPPs (Parcerias Público-Privadas) se tornaram uma alternativa para acelerar a economia do país, inclusive para atender demandas públicas com serviços essenciais.

 

De acordo com o especialista em projetos de infraestrutura, Felipe Montoro Jens, as Parcerias Público-Privadas são a solução para o investimento de recursos em diferentes ramos do mercado. A Lei Federal 11.079/04 é a responsável por regulamentar as normas para se obter uma parceria entre empresa privada e banco ou empresa pública.

 

Felipe Montoro Jens garante que desde que a lei foi sancionada notou que as PPPs foram capazes de reduzir o déficit de infraestrutura no Brasil, através seus investimentos, o que inclui os setores de transporte e saneamento básico.

 

Felipe Montoro Jens ainda saliente que não são apenas esses setores que estão crescendo e ampliando seu atendimento ao público graças as parcerias público-privadas. As áreas de desenvolvimento urbano, saúde e educação também possuem papel essencial como beneficiadas pelas PPPs.

 

Apesar do crescimento das PPPs, o especialista Felipe Montoro Jens explica que ainda há muita resistência com as mesmas, devido às regras pressupostas para a existência das parcerias e cláusulas contratuais bem burocráticas em suas obrigações. A rigidez na consumação da parceria é necessária, uma vez que o vínculo de pagamento do investimento recebido pode durar muitos anos e é preciso existir uma garantia de recebimento.

Felipe Montoro Jens reporta estudo da CNI sobre obras paradas no Brasil

A isenção de impostos para o setor privado seria um grande chamariz para que mais parcerias fossem concretizadas no futuro, de acordo com análise feita pelo especialista Felipe Montoro Jens. O ideal é que os objetivos do setor público, privado e da sociedade possam estar equilibrados, a fim de tornar a parceria mais viável e garantir seu sucesso.