7 benefícios da yoga, que farão você querer praticar agora!

Yoga é uma prática que trabalha corpo e mente, unindo exercícios e meditação. Se você já teve curiosidade de fazer, mas ainda tem dúvidas, saiba agora 7 motivos que farão você querer começar a praticar agora!

  1. Melhora o humor e a TPM

A yoga influencia a produção de um neurotransmissor ligado ao bem estar, evitando assim as oscilações de humor e a depressão. Também pode elevar o nível de estrogênio na mulher, levando ao equilíbrio hormonal e diminuindo os sintomas da TPM.

  1. Alívio do estresse

O estresse em excesso atrapalha no desempenho das nossas atividades. A yoga trabalha a respiração e acalma a mente. Mesmo depois da prática, o seu organismo se mantém mais relaxado nas situações que provocariam ansiedade.

  1. Ajuda a dormir melhor

A prática ajuda a dormir mais rápido e a ter um sono mais tranquilo. O que é essencial para você acordar no dia seguinte sentindo-se revigorado.

  1. Melhora a postura

Ela fortalece a musculatura de todo o corpo e suas dores nas costas diminuem. Além disso uma pessoa com uma postura correta se torna bem mais elegante, né?

  1. Concentração

Durante toda a prática, você precisa se concentrar na respiração e nos exercícios. Você também aprende a afastar os pensamentos que te distraem. Esse efeito é levado para outras atividades da sua rotina.

  1. Flexibilidade

Os exercícios ajudam a trabalhar a força dos músculos, aumentando então a flexibilidade. Isso te ajuda no desempenho de outras atividades físicas, como a corrida e a musculação, e nnas atividades simples do seu dia a dia.

  1. Diminui a compulsão alimentar

As técnicas de meditação, que levam ao relaxamento, contribuem também um estado mental mais equilibrado. Muitas vezes questões emocionais estão por trás desse comportamento. A yoga traz mais consciência física e mental, ajudando na sua relação com a comida.

Agora que você já sabe em como a yoga melhora a sua saúde, já pode começar a praticar.

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Tratamento contra refluxo que fortalece o esôfago é testado no Brasil

O Brasil pode se tornar um aliado no tratamento, considerado inédito, de refluxo que dispensa cirurgia ou o uso de medicamentos. O Sistema Stretta, existente em mais de quarenta países, foi utilizado pela primeira vez no mês de setembro de 2017 na Faculdade de Medicina do ABC. O tratamento trás o fortalecimento dos músculos do esôfago, que quando está distendido, faz com que o suco gástrico suba até o estômago e atinja os órgãos, causando dores, azia e incomodo.

O refluxo é uma doença digestiva que faz com que os ácidos que ficam dentro do estômago retorne ao esôfago em vez de seguirem seu fluxo de digestão normal.

O gastrocirurgião e coordenador do serviço de endoscopia da faculdade, Eduardo Grecco, disse que os resultados em pacientes fora do país foram positivos, agora precisa ser analisado se ele funcionará em pacientes do Brasil, destacando que: “É um tratamento rápido, realizado em uma sessão única de 30 minutos. O paciente acorda normalmente, recebe orientações para a dieta e vai embora pra casa. Após isso ele recebe acompanhamento médico que dura de 4 a 6 semanas com uso de medicação que ele utiliza e depois a medicação é suspensa”.

No caso da cirurgia, a eficácia dos casos chegam a 70% e varia entre 5 a 7 anos em 30% dos casos que são realizados a cirurgia. O processo cirúrgico também envolve desconfortos, pois tem o corte, a anestesia geral e o paciente precisa ficar 10 dias com uma alimentação restrita. “Com o Stretta, ele sente uma leve dor e desconforto, porém já volta a uma alimentação normal a partir do 3º dia”, disse Grecco. Ele também destacou: “Quanto menos invasiva, mais rápida a recuperação e os riscos de infecção e efeitos colaterais são menores”.

O primeiro paciente brasileiro a ser testado com o Stretta, tinha 25 anos de idade e sentia os sintomas de refluxo desde que tinha 15 anos. Grecco afirma que o tratamento necessita da ajuda do paciente, em relação a erros alimentares. Eduardo diz que o método melhora a capacidade do esôfago para o refluxo, porém o paciente não se livra sempre do refluxo, precisa ter cuidado na alimentação exagerada que pode fazer ele voltar com quadros agudos.

 


Pesquisa revela que empresas manipularam os resultados sobre os danos que podem ser causados pelo açúcar

As empresas americanas manipularam os resultados e ainda cortaram verbas das pesquisas científicas, que estudavam as consequências prejudiciais à saúde, causadas pelo açúcar há cinco décadas atrás. Uma pesquisa foi divulgada no periódico PLOS Biology, em que os pesquisadores estudaram relatórios dos anos 60 e verificaram traços de interferência feitos pela Fundação de Pesquisa sobre açúcar, que alterou os estudos feitos com animais, defendendo dessa forma os interesses da indústria açucareira e acabou com isso sugestionando os consumidores.

De acordo com os pesquisadores, se os resultados não tivessem sido adulterados, a discussão sobre as consequências desastrosas da ingestão de açúcar pelas pessoas, teria acontecido há muito mais tempo. Medidas teriam sido tomadas para combater diversas consequências do consumo de açúcar, como obesidade, diabetes, doenças cardíacas e outras.

A pesquisadora Cristin Kearns, da Universidade da Califórnia, declarou através de um comunicado que a Associação do Açúcar, que é uma entidade dos Estados Unidos direcionada para o comércio, revelaram em 1969 que o açúcar possuía calorias com resultados metabólicos diferenciados das calorias apresentadas pelo amido.

A pesquisadora juntamente com a sua equipe, achou documentos que mostravam que o setor industrial açucareiro, desenvolveu trabalhos juntamente com nutricionistas e alguns outros pesquisadores, para mostrar que o colesterol e a gordura são os principais causadores de uma série de doenças cardíacas. A finalidade era reduzir as mostras de que a ingestão de açúcar, pode ocasionar também diversos tipos de doenças. Os cientistas mostram na nova pesquisa que a Fundação de Pesquisa sobre Açúcar custeou em segredo uma correção no New England Journal of Medicine, do ano de 1967, para acabar com qualquer vestígio que pudesse associar a ingestão de açúcar com indícios de lipídios encontrados no sangue e que também ocasionavam sérios problemas cardíacos.

Esses estudos que foram manipulados iriam mostrar que o açúcar pode causar  hiperglicemia,  que é o aumento da taxa de açúcar no sangue e que pode causar diabetes. Outro problema grave é que a sua ingestão, pode estar relacionado ao câncer de bexiga. Se esses dados fossem do conhecimento das pessoas desde os anos 60, todos estariam cientes de que o açúcar é uma substância com grande potencial cancerígeno.

 


Doença pulmonar mata 3 milhões de pessoas por ano de forma silenciosa

Segundo estimativas apontadas pela OMS – Organização Mundial da Saúde, todo fumante possui 90% de chance de desenvolver a Dpoc – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Além disso, a OMS estima que a maioria dos fumantes nem ao menos sabem desse risco, ou o que a doença pode representar em suas vidas.

A doença pulmonar obstrutiva crônica é caracterizada por uma redução do fluxo de ar que persiste por muito tempo. O quadro do paciente só tende a piorar com o passar do tempo, de um modo que o paciente possa chegar a um quadro agravante, e consequentemente, acabar morrendo pela doença.

Essa doença está fortemente relacionada com quadros de outras doenças que se tornam persistentes, como o enfisema pulmonar e a bronquite. No caso do enfisema pulmonar, o paciente apresenta a destruição dos chamados alvéolos, as estruturas que compõem o pulmão e são responsáveis por controlar o fluxo de ar que entra no órgão. Em relação a bronquite, o paciente apresenta uma inflamação que pode ser aguda ou crônica nas vias aéreas e ainda acaba produzindo um muco característico da doença.

Embora as doenças estejam relacionadas entre si, o principal causador dessas e de muitas outras doenças é o cigarro. Mas o risco não é apenas para os fumantes ativos, ou seja, aqueles que fumam diretamente. Segundo alguns especialistas o fumante passivo também é prejudicado com os níveis de toxidade do cigarro.

Além do cigarro, a exposição a diversos outros tipos de fumaça também é prejudicial e pode levar ao desenvolvimento da Dpoc. Um exemplo disso são as pessoas que trabalham perto de fornos de lenha, ou ainda em carvoarias.

A doença ainda possui outro lado negativo: ela é silenciosa. Segundo a instituição especializada na doença, Fundepoc, 80% de todas as pessoas que têm a Dpoc nem ao menos sabe disso. Isso porque a doença é silenciosa, e quando realmente é notada, está em um estágio muito avançado.

Os especialistas alertam que a Dpoc não pode ser curada através de medicamentos ou tratamentos alternativos. Anualmente, aproximadamente 3 milhões de pessoas morrem por causa da doença, segundo os dados levantados pela OMS. O mau já atinge um total de 384 milhões de pessoas no planeta.

 


Hospital Universitário Federal de Tocantins recebe R$ 2,3 milhões da Saúde

Um repasse de R$ 2,3 milhões vindos do Ministério da Saúde foi destinado a reforçar o Hospital de Doenças Tropicais de Araguaína, hospital vinculado à Universidade Federal do Tocantins. O hospital no estado do Tocantins agrega esse repasse no intuito de fortalecer o atendimento aos pacientes da região que são atendidos pelo SUS – Sistema Único de Saúde. Do total deste valor, R$ 1,74 milhão serão para custear o atendimento e R$ 600 mil para a realização de reformas no hospital.

O programa REHUF – “Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais” – garante o investimento nos Hospitais Federais Universitários em todo o país com um total já liberado pela pasta de R$ 220,85 milhões, beneficiando 48 Hospitais Universitários Federais de 22 estados no país, incluindo o DF – Distrito Federal. O objetivo do Ministério da Saúde mediante a esses repasses, é poder proporcionar melhores condições de atendimento e de ensino, com a aquisição de novos equipamentos para os hospitais, e melhorar a infraestrutura das instalações.

O ministro Ricardo Barros, do Ministério da Saúde, afirmou que há um grande interesse em restabelecer a estruturação dos hospitais que auxiliarão no atendimento do SUS. Barros ainda alegou que ao todo, são mais de 40 hospitais no Brasil que configuram uma estrutura considerada grande para atender a demanda da população.

A publicação oficial deste repasse foi divulgada no DOU – Diário Oficial da União no dia 23 de outubro de 2017. As portarias que autorizam os repasses destinado a esses hospitais são: Nº2766/2017 e Nº2767/2017. Esses valores foram aprovados em leis orçamentárias e destinados às instituições universitárias em parcelas únicas. Os pagamentos são realizados diretamente pelo “Fundo Nacional de Saúde” após a aprovação do repasse pelo Ministério da Saúde, que monitora o cumprimento das metas das instituições universitárias, a capacidade de gestão e o desenvolvimento da qualidade do ensino interligados ao SUS.

Desde de 2010, o REHUF com a parceria do Ministério da Saúde e com a participação de EBSERH – Empresa Brasileiras de Serviços Hospitalares, vem investindo recursos que já atingem a casa dos R$ 3,06 bilhões para a reestruturação dos hospitais universitários, onde R$ 189 milhões foram feitos em 2017, e no ano passado, foram investidos R$ 380 milhões.