Segundo um estudo britânico, uma ótima arma contra a gripe é sorriso

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Um estudo realizado na Inglaterra sobre o potencial do sorriso na saúde das pessoas, revelou que uma pessoa de bom humor tem um sistema imunológico melhor. O estudo aponta para o sorriso como forma de promover uma boa saúde, sendo uma arma eficiente no combate à gripe.

O estudo desenvolvido pela Universidade de Nottingham mostrou que, no dia em que pessoas foram vacinadas contra a gripe, as que estavam de bom humor demonstraram um desenvolvimento maior de anticorpos devido ao seu estado emocional positivo. Os pesquisadores responsáveis por esse estudo, dizem que para esses efeitos serem comprovados, a pessoa deverá estar feliz durante todo o dia em que recebeu a vacina, e não somente sorrir na hora em que receber a vacina.

Anteriormente a esse estudo, os mesmos pesquisadores já haviam avaliado os danos referentes a emoções negativas no organismo humano. O fato de uma pessoa estar magoada, chateada com algo, triste com o mundo ao seu redor ou com uma depressão, irá aumentar de modo significativo os riscos de hipertensão arterial e outras doenças cardíacas. Doenças originadas do sistema nervoso são mais frequentes, como uma úlcera nervosa, doenças na pele e até mesmo um câncer pode estar relacionado.

Os hábitos de vidas das pessoas analisadas no estudo sobre o sorriso, não foram levados em questão. Segundo os realizadores do estudo, evidências apontam para o fato de que o pensamento e as atitudes positivas tendem a aumentar a qualidade de vida das pessoas.

Segundo a líder da pesquisa, Kavita Vedhara, professora de psicologia da saúde da Universidade de Nottingham, os malefícios do estresse no sistema imunológico podem ser observados no dia da vacinação, afetando de forma negativa as defesas do sistema imunológico. “Descobrimos que eles ficaram piores do que o normal quando receberam vacinas contra a gripe, produzindo menos anticorpos contra o vírus”, diz a psicóloga.

O objetivo das observações eram determinar um fator que poderia impulsionar a eficácia do sistema imunológico.

“Esperávamos encontrar vários fatores capazes de melhorar a resposta dos anticorpos humanos à vacinação. Só não achávamos que seria apenas um único fator, o de ter um humor positivo”, explica a líder do estudo.

 


Jorge Moll comenta o passado da Rede D’Or e o atual cenário do segmento no país

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Jorge Moll

Em debate realizado no evento Seminários de Gestão: Tendências e Inovação em Saúde, no mês de março (2017), em Porto Alegre (RS), o médico e empresário Jorge Moll, presidente do Conselho de Administração da Rede D’Or São Luiz relatou a história de sucesso da rede de hospitais que teve sua origem em uma clínica de exames e hoje conta com mais de 32 unidades espalhadas pelo país. Conforme declarou o médico: “idealista em medicina, comecei com equipamentos. Fizemos no Rio de Janeiro uma grande instituição de exames complementares, que era uma coisa que faltava muito”.

De acordo com Moll, o processo de expansão de seu empreendimento foi baseado na estratégia de ocupar espaços. Em sua narrativa, o médico revela que, no período compreendido entre o final do anos 1970 e início da década de 1980, a cidade do Rio de Janeiro era considerada a “capital da medicina no país”. Entretanto, nesta mesma época, os serviços hospitalares sofreram uma demasiada queda de qualidade – situação que viria a ser agravada alguns anos depois por conta do Sistema Único de Saúde (SUS). Diante este cenário, Jorge Moll visualizou a necessidade de oferecer serviços médicos de excelência, mas não em único local: para o médico, no Rio de Janeiro urgia a necessidade de uma rede de hospitais que atendesse a várias áreas da cidade. Desta forma, surgiram as três primeiras unidades: Copa D’Or, Barra D’Or e Quinta D’Or.

Apesar do início complicado, Jorge Moll afirmou aos presentes no evento nunca ter desanimado. Segundo o médico, durante o período inicial de expansão eram as operadoras de planos de saúde que lucravam mais porque revertiam valores muito baixos aos hospitais. Todavia, hoje o médico desabafa orgulhoso: “a gente resistiu e cresceu!”. Ainda conforme revela Moll, foram pagos mais de R$ 1 bilhão de reais em impostos no ano 2016. Segundo o médico, a cifra expõe o tamanho da responsabilidade social incumbida em sua rede de hospitais.

Após a conversa sobre a jornada da Rede, o médico comentou sobre a atual crise econômica do país e como uma parcela substancial da população brasileira teve de migrar de planos de saúde mais completos para outros de cobertura reduzida ou mesmo para o SUS. Diante este panorama, Jorge Moll exibiu para o público o Modelo de Gestão Total da Saúde. Segundo o empresário, o objetivo é “oferecer saúde sem desperdício, com menor custo, utilizando, inclusive, a ociosidade dos hospitais para oferecer atendimento com custo mais baixo”. Desta forma, Moll objetiva auxiliar as operadoras a continuarem atuando no segmento hospitalar.

Ao final da palestra, Jorge Moll ainda declarou aos participantes que “a gestão dos hospitais é voltada para a qualidade, os diretores trabalham para isso”. De forma complementar, o médico e empresário ainda afirmou que a classe empresarial brasileiro precisa ser estimulada: “hoje (o empresário) é visto como vilão. É um erro muito grande, o empresariado precisa ser estimulado. Se o empresário desistir do Brasil, o país não tem como sobreviver”, declarou.

 


Exercícios valem mais para a saúde do que manter um bom colesterol

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concentração da molécula que realiza uma limpa nos vasos sanguíneos. Contudo, de acordo com o epidemiologista Gary O’Donovan, da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, não é para todas as pessoas que essa vantagem ocorre. Porém, mesmo assim, a prática de exercícios continua sendo altamente recomendada para todos os indivíduos.

Através de um estudo realizado com mais de 35 mil britânicos, Gary O’Donovan conseguiu identificar uma ligação entre as taxas do chamado colesterol bom e o indíce de mortalidade das pessoas que se exercitavam menos de 150 minutos por semana. Segundo ele, mesmo quando a prática de exercícios não era o bastante para aumentar a taxa de HDL, a atividade física já compensava por diminuir a gordura reduzir os entupimentos vasculares que resultam em problemas como AVC e infarto.

Uma pessoa sedentária que tem o HDL normal, que é o colesterol bom, possui um risco 37% maior de falecer precocemente, quando comparadas as pessoas que praticam exercícios regularmente. Em situação ainda pior estão os sedentários que tem o HDL baixo, pois nesse caso os riscos aumentam em até 65%. Desse modo, fica evidenciado que é mais importante ser ativo fisicamente do que apenas manter as taxas do colesterol controladas.

Essa pesquisa realizada na Universidade de Loughborough ressaltou ainda que uma movimentação constante é capaz de auxiliar na queda da pressão, na perda de peso e no controle da glicemia, o que por sua vez, torna quase impossível a tarefa de criar um remédio que possa substitua o a prática de exercícios.

Enquanto o HDL é conhecido como colesterol bom por auxiliar a desobstruir os vasos sanguíneos, o LDL é o colesterol ruim, pois deposita gorduras nas artérias que, a médio e longo prazo podem causar diversas doenças sérias. Essas gorduras são  os triglicerideos,  que em excesso, travam o fluxo de sangue e prejudicam todo o funcionamento do organismo. Para neutralizar essa quadro, os exercícios físicos são essenciais, sendo capazes inclusive de reduzir os níveis de triglicerideos em até 20%.